As técnicas de lifting facial estão entre as mais estudadas da cirurgia estética. Ao longo dos anos foram propostas muitas técnicas, todas para rejuvenescer o rosto, mas com invasividade e tempos de recuperação diferentes: liftings só da pele, liftings com reposicionamento ou plicatura dos músculos subjacentes e até técnicas mais profundas, no nível do periósteo.
Nos últimos anos, tanto em cirurgia quanto em medicina estética, os pacientes pedem cada vez mais técnicas pouco invasivas, com recuperação rápida, para voltar logo à vida social.
O MACS lift é uma técnica desenvolvida por colegas belgas (na verdade, a evolução de técnicas já descritas); o nome é a sigla de Minimal Access Cranial Suspension lift, ou seja, um lifting com cicatriz curta e suspensão craniana.
Esta cirurgia é um bom meio-termo entre as técnicas superficiais e as profundas e dá resultados muito satisfatórios na maioria dos pacientes.
Começa com uma lipoaspiração do pescoço, que refina o resultado e facilita o deslizamento dos tecidos para cima. Seguem as incisões, geralmente limitadas à frente da orelha, uma dissecção limitada da área, a elevação da musculatura do rosto com suturas, a colocação de dois pequenos drenos, o fechamento e o curativo.
Também pode ser feita com anestesia local associada a uma boa sedação. O paciente pode voltar para casa poucas horas depois, embora seja preferível passar a noite na clínica para acompanhar eventuais problemas pós-operatórios imediatos.
Graças à dissecção limitada, a cirurgia também é possível em fumantes, nos quais a maioria das outras técnicas é contraindicada. Naturalmente, sempre que possível é melhor parar de fumar pelo menos 10 dias antes e 10 dias depois da cirurgia.
A volta à vida social é prevista após cerca de 15 dias, quando a maior parte dos sinais da cirurgia já desapareceu.
